ORLANDO LELÉ, ex jogador do Vasco e da seleção brasileira, morreu aos 49 anos tetraplégico. VEJA AQUI

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por Rogério Micheletti
Orlando Lelé, o Orlando Pereira, lateral-direito revelado pelo Santos e que também se destacou defendendo o Coritiba, o América e o Vasco da Gama, nos anos 70, morreu no dia 4 de setembro de 1999, em São Vicente (SP), vítima de embolia pulmonar.
Pouco antes de morrer, Orlando sofreu uma queda no banheiro do apartamento onde morava, em Brasília (DF), e ficou tetraplégico. Ele trabalhava como técnico de futebol.
A carreira como jogador foi vitoriosa. Criado nas categorias de base do Santos, o lateral-direito fez parte do time alvinegro que ainda tinha Pelé.
Outros companheiros do lateral na Vila foram o goleiro Cejas, o zagueiro Oberdan, o volante Clodoaldo e o ponta-esquerda Edu.
Natural de Santos (SP), onde nasceu no dia 22 de janeiro de 1949, Orlando deixou o Peixe ainda jovem. Sob o comando de Elba de Pádua Lima, o Tim, Orlando Lelé fez parte de um bom time do Coxa na metade dos anos 70. Destacou-se atuando ao lado do próprio Oberdan (ex-companheiro de Santos), Negreiros e Hidalgo.
No América do Rio, onde atuou ao lado dos zagueiros Alex e Geraldo, do volante Badeco, do meia Tadeu Ricci, entre outros, participou da campanha vitoriosa da Taça Guanabara de 1974 (ele marcou um gol de falta na decisão contra o Fluminense). Depois, Orlando brilhou no Vasco.
E foi em São Januário que o lateral-direito viveu a melhor fase da carreira. Apareceu inclusive a oportunidade de defender a seleção brasileira em 1975. Raçudo e dono de chutes potentes, o “Canhão da Colina”, como era chamado, fez parte de um grande time cruz-maltino em 1977.
Orlando fazia parte da defesa vascaína que foi batizada de “Barreira do Inferno”, porque sofreu poucos gols. O técnico era Orlando Fantoni (já falecido). O time-base era o seguinte: Mazaroppi; Orlando Lelé, Abel Braga, Geraldo e Marco Antonio; Zé Mário, Zanata e Dirceu; Wilsinho, Roberto Dinamite e Ramon.
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Depois do Vasco da Gama, Orlando foi jogar fora do país. Teve uma passagem discreta pela Udinese, da Itália, mesmo time que contratou Zico nos anos 80. Retornou ao país e começou a carreira de treinador.
Técnico Orlando Lelé
A conquista do Campeonato Goiano de 1992, quando dirigia o Goiatuba, fez com que Orlando Lelé, fosse chamado de Orlando Amarelo, e ganhasse espaço. Ele chegou a dirigir o Santos, clube que o projetou, mas não teve sucesso. Fez mais fama em times do Distrito Federal. Aliás, em 1988, quando era técnico do Gama, inscreveu-se na federação para disputar algumas partidas, como você pode conferir na reportagem abaixo.

No dia 13 de novembro de 2018, o Portal UOL publicou belíssima matéria sobre a misteriosa morte de Orlando

Fonte: terceirotempo.bol.uol.com.br

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