Juíza assassinada pelo ex-marido, dispensou a escolta, por ”pena” do seu algoz e pedido da filha

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Uma colega da juíza Viviane Vieira do Amaral Arronenzi, que na véspera do Natal, foi assassinada pelo ex-marido, o engenheiro Paulo José Arronzenzi, disse que a magistrada abriu mão da escolta que ela tinha através do TRRJ por sentir ”pena” e por atender o pedido de sua filha de 12 anos que dizia para ela dispensar a escolta, pois o ”pai não era bandido”

Viviane foi casada durante 12 anos com Paulo José e teve 3 filhas com ele. A juíza havia pedido proteção, mas depois de 2 meses dispensou, pois sentia incomodada e queria não constrangir também o ex-marido.

Blog do Lobão: VÍDEO! Juíza é morta a facadas pelo ex-marido na frente das  filhas na véspera de Natal

Sua amiga disse:

“Ficou evidente que ela tentava preservar a figura do ex-marido como pai. Tentou se proteger e, ao mesmo tempo, protegê-lo. Acabou abrindo mão da escolta por pena dele”, disse ela em entrevista ao jornal O Globo, onde ela preferiu o anonimato.

Com essa atitude tomada pela juíza, o caso terminou em tragédia, pois ela acabou sendo assassinada dia 24/12 na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro, na presença das 3 filhas que ela levaria para passar o Natal com o pai.

O engenheiro foi preso em flagrante, onde aguardará seu julgamento na prisão, conforme determinou a justiça.

O crime foi premeditado e cruel, não dando chances para a vítima se defender e Paulo José, não se importou em matar a mãe na frente das filhas, que viu a mãe sendo morta sem piedade pelo pai. Ele não se importou com a angústia, sofrimento, desespero e traumas das filhas, as gêmeas de 9 anos, e uma de 12 anos.