De dia, nos palanques, Lula era o ”pai dos pobres”. De noite, nos hotéis e restaurantes luxuosos, Lula era o Pai dos ricos.

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Denis Rosenfield, no Zero Hora, descreveu o caráter mafioso da ORCRIM lulopetista:

“Para além do conteúdo das falas dos delatores, em particular as do patriarca Emilio Odebrecht e de seu filho Marcelo, chama particular atenção os seus modos respectivos de expressão, a naturalidade com a qual falam de seus crimes.

Para eles, tratava-se de uma prática que tinha se tornado normal, vindo a fazer parte de sua atividade empresarial, se é que esta expressão tinha algum significado para eles. Empresários, no sentido estrito, não o eram por eliminarem a concorrência, superfaturarem os preços, não inovarem e viverem de relações mafiosas com ‘seus’ políticos, em particular o chefe de todos eles, Lula. O relato da intimidade entre eles é espantoso. O suposto ‘pai dos pobres’ revelou-se, na verdade, o ‘pai dos ricos.

O grande empresário tinha se tornado ‘vermelho’, enquanto o ‘vermelho’ vendia os seus serviços ou os comprava conforme os benefícios deles e de seus respectivos comparsas. A máfia siciliana deve ter tido inveja deles (…).

Imaginem se os ganhos da corrupção, dos superfaturamentos, dos oligopólios dessas empreiteiras e dos políticos fossem destinados, como de direito, para toda a população.

O país seria, seguramente, outro. Já o é, em certo sentido, por ter começado a limpeza.

Fonte: www.noticiasbrasilonline.com.br

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