Brasil: de ‘sonho de potência’ à um país roubado, desgovernado e ingovernável

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Infelizmente, as previsões é de que dias piores virão

O Brasil poderia ser uma potência mundial, mas devido a ignorância de grande parte do eleitorado, as mil e uma mutretas, ladroagens descaradas, sistema eleitoral fraudado e a impunidade ainda reinante, de um sonho de potência mundial acaba por ser um país, à médio e longo prazo, mais do que roubado: desgovernado e ingovernável.

Sobre o efeito da Lista de Fachin para 2018

Os politicopatas estão correndo para empurrar tudo para depois de 2018 e, de fato, tudo está sendo empurrado com a barriga no STF.

Pior, também estão jogando a coisa da ‘faxina geral’, para as urnas vicidas em fraudes escabrosas.

E pior ainda: todos sabem que de nada adianta mudar o presidente da República se o congresso, entupido de ladrões, continuar o mesmo, sobretudo, se a tal LISTA FECHADA for aprovada na calada da madrugada.

SÓ UMA REVOLUÇÃO CIVIL, COM DESOBEDIÊNCIA CIVIL, COM OCUPAÇÃO DE ESPAÇOS PÚBLICOS, DE SEDES DE GOVERNO, COM O POVO INDO NA CATA DOS BANDIDOS EM SUAS CASAS, MANSÕES, ZONAS, PEGANDO PESADO ONDE ESTIVEREM, NAS RUAS, REDES SOCIAIS, RESTAURANTES, AEROPORTOS ETC EXIGINDO RENÚNCIA GERAL E FAXINA GERAL DE FATO É QUE PODE MUDAR ALGUMA COISA. O RESTO É BALÉLA.

Leiam a opinião dos professores, Alfredo Saad Filho e Vinicius Mariano Carvalho à BBC, pesquisem mais, analisem bem e tirem suas próprias conclusões

“O efeito imediato, no entanto, é um tumulto acompanhado de paralisia política e econômica capaz de abrir espaço para candidatos aventureiros com pouca ou nenhuma experiência política, em especial para o Executivo.  O país está desgovernado e ingovernável”, avalia Saad Filho.

Já no Legislativo, a tendência de renovação dos quadros é menor, segundo o professor, Vinicius Mariano Carvalho.

“Há um risco de termos ‘outsider’ para presidente e de o Congresso não se renovar. Se esse cenário se confirmar, é muito ruim.

O suposto salvador vai ficar mais uma vez refém de um Congresso pouco comprometido com valores democráticos”, avalia Carvalho. (Com BBC Brasil)via (FCS)