PETISTAS falham em TODAS as tentativas de anular a denúncia da Lava Jato contra Lula

0
78

Há tempos, os esquerdistas perderam todo e qualquer controle de narrativa e, além disso, simplesmente não conseguem mais manter uma mínima comunicação com o povo-de-fato, mas sim apenas com seus militantes. Pregam para convertidos, todos fechados numa única seita. Por isso que estranham quando 99% da população não dá a menor pelota para as teses que eles julgam hegemônicas.

O episódio da apresentação da denúncia contra Lula, na Operação Lava Jato, serve para ilustrar o fenômeno. A ala canhota online, composta de pessoas da classe média com curso superior, fazia troça com a má qualidade do “design” dos slides, apostando que isso serviria para desmoralizar a apresentação. Além disso, essa rapaziada batia no fato de que houve muito “teatro” e um excesso de adjetivos na tal coletiva.

Mas e o povo? E o povão, de verdade? Como ocorre já há alguns anos, não reclamou de nada disso. Bem ao contrário: estão mais atentos aos fatos e conteúdos do que às formas e salamaleques. Os slides, que podem ser mesmo ruins para quem é técnico na área, transmitiam de forma OBJETIVA o que se pretendia falar. Qualquer um, independentemente do grau de familiaridade com as artes gráficas e suas variantes mais modernas, olhava aquilo e entendia perfeitamente.

O mesmo vale para os termos usados na apresentação. Falar em “COMANDANTE MÁXIMO DA PROPINOCRACIA” é algo direto e reto. Nada de firulas. Isso também vale para o “DESTA VEZ, ELE NÃO PODE DIZER QUE NÃO SABIA DE NADA”. É isso. Ponto.

A atual guerra de informação – e, sim, é uma guerra – envolve também a forma. E foi EXATAMENTE POR ISSO que a turma vermelha atacou justamente dois pontos positivos. Tanto a objetividade dos slides quanto a das palavras empregadas nos discursos são EXCELENTES para comunicar a denúncia não somente a jornalistas e afins, mas também ao povo. Quem visse aquilo, entenderia.

E, é claro, os excertos são muito mais eficientes quando colados nos telejornais. Não foi à toa, portanto, o chilique dos petista, especialmente dos já lamentavelmente clássicos “não sou petista, mas…”.

Como a crítica não saiu da própria igrejinha, trataram de fazer o que fazem de melhor e inventaram uma mentira. Toda uma frase elaborada de forma fictícia para passar como verdade. Isso também falhou. Em poucas horas, a tática suja foi desmentida e deram com os burros n’água.

Sim, perderam a capacidade narrativa e estão agora tomando invertida nas redes sociais, campo em que já foram imbatíveis. A pressão hoje é tão grande na direção contrária que até a grande imprensa – e mesmo a “não tão grande” – fica obrigada a mostrar a todos esses truques desonestos da militância.

Talvez uma nova geração esquerdista consiga reverter o quadro atual, mas os atuais “formadores de opinião”, distantes ao extremo do povo de verdade, não conseguirão tão cedo trazer a narrativa de volta a seu campo. Tanto menos com crescente perda de influência dos grandes veículos – e o proporcional aumento por parte dos portais/sites/blogs e indivíduos de direita.

Parece que, enfim, acabou aquele negócio de inventar uma lorota e ela virar “verdade” com a vista grossa de alguns veículos. Esses novos tempos são interessantíssimos.