Gleisi Hoffmann, esposa do ex Ministro que foi preso por lesar servidores federais, diz que senadores não cumprimentam garçons

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A senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR) continua dando claras demonstrações de sua falta de bom senso. Um vídeo com discurso da senadora durante a votação da reforma trabalhista alcançou 4,9 milhões visualizações no Facebook em seis dias. Na fala, a petista faz uma série de provocações aos colegas parlamentares.

Sem lembrar, nem mesmo de relance, que é ré por corrupção em ação penal decorrente da Operação Lava-Jato e que seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo da Silva (Planejamento e Comunicações), foi preso pela suspeita de subtrair R$ 100 milhões de servidores federais e aposentados, Gleisi, faz afirmações que ultrapassam as fronteiras da lógica.

“Eu queria fazer uma pergunta para os nossos colegas senadores: quando os senhores chegam aqui no Senado, entram no elevador, passam nos corredores, os senhores cumprimentam o ascensorista? Cumprimentam a mulher que faz a limpeza? Cumprimentam o garçom que serve o cafezinho?”, diz ela, logo no começo do discurso, que dura enfadonhos e longos dez minutos.

Vários senadores contestaram a declaração oportunista de quem é conhecida pela arrogância. O senador José Medeiros (PSD-MT) não aceita a provação e rebate: “Não, só o PT que faz isso.” Ato contínuo, Gleisi retruca: “Acho que mexi com os brios dos meninos, ficaram muito nervosos.”

A petista faz ataques à reforma e traça paralelos com os benefícios dos senadores. “Se a gente for tirar as coisas que os senadores recebem, todo mundo vai chiar. O outro pode se ferrar, eu não?”

No embate, outro senador fala sobre os 14 milhões de desempregados que existem atualmente no Brasil, muito em função da crise política que começou no governo de Dilma Rousseff, que, dizem os mais próximos, é especialista em economia.

Esse discurso visguento de Gleisi Helena não convence, pois sabe-se que faz parte de uma estratégia para tentar impedir a implosão do Partido dos Trabalhadores e eventualmente manter a candidatura do “dramaturgo do Petrolão”, Lula, que precisa desesperadamente do malfadado foro privilegiado para escapar da prisão.

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Em vez de insistir em adoçar a vilipendiada classe trabalhadora com impropérios discursivos, sempre marcados pela bazófia, Gleisi deveria se esforçar para dar aos brasileiros uma explicação sobre a indicação de um pedófilo conhecido para cargo de confiança na Casa Civil da Presidência. Eduardo Gaievski, o monstro sexual condenado a mais de 100 anos de prisão por estupro de vulneráveis, foi escalado por Gleisi para cuidar dos programas federais destinados a crianças e adolescentes. No melhor estilo urso faminto e o pote de mel.

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